Apenas 4 dias. Esse foi o período que a prefeitura teve para lançar um processo seletivo para saúde e cancelá-lo logo em seguida. As vagas ofertadas eram para os seguintes cargos: atendente, enfermeiro e diversas especialidades na área médica.
A justificativa dada pela prefeitura é que o município alcançou 51,61% da receita líquida com despesa de pessoal, sendo que a Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece o limite de até 51,30%.
Paulo Bola (MDB) classificou o episódio como vergonhoso e uma total falta de planejamento, já que é dever do Executivo fazer estudo financeiro antes de oferecer vagas.
Bola disse que várias pessoas fizeram a inscrição e depois forma informadas da suspensão. “Houve munícipes que ficaram indignados com a suspensão. A decisão mexe com o emocional das pessoas, já que muitas criaram expectativas quanto a um novo emprego. O Executivo deveria se programar melhor antes de anunciar qualquer vaga que envolva emprego”.
Publicado em: 28 de maio de 2019
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Categoria: Notícias da Câmara
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